Embebedo-me em ervas, aromatizantes, conservadas na minha mente, como suados escravos secando ao sol agoniando a privação de liberdade. Não agonio com eles, pois nao sendo a liberdade retida, apenas anseio na esperança de a poder alterar.
Sinto-me no presente, sinto-me em mim próprio e torno-me pesado dentro de um corpo que não me permite voar.

