Depois do auge, vem a tormentaFalta-me aquele reduto de tranquilidade que tão bem representavas.
Sinto-me só
O corpo extingue-se e sem mão que o segure tudo parece não passar.
Sinto-me desamado
A fragilidade do espírito face ás repentinas mudanças de cenário abriu espaço para o vazio.
Sinto-me sem rumo
Enganas-me em sonhos e sem luto ou piedade fazes-me acordar.
Sinto-me logrado
Não sei mais quem és e a incerteza das situações despromove a confiança.
Sinto-me mal
Envenenaste-me o sangue e com tenazes em chama abriste o meu coração.
Sinto-me pouco
Contudo, o que me fazes sentir, seja ou não verdadeiro, assalta-me sem aviso para me relembrar que basta viver para amar.
Depois do auge, vem a tormenta

Mas quem és tu??..
ResponderEliminarquem pergunta? Um abraço
ResponderEliminarHello..Desculpa, Ana.
ResponderEliminarFiquei impressionada com a tua escrita. Mexeu comigo. Parabéns!
Muito obrigado Ana! Não tenho dado muita atenção a este cantinho ultimamente... Obrigado pelo acordar :)
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