Começamos num dia qualquer Sem memória ou efusão Só nós mesmos Tentando ganhar o nosso espaço num circo de inspirações Os limites eram curtos As vontades eram só projectos A liberdade era liberdade e sem nos fazermos acamados Só não testávamos o que o tempo não deixava Nunca te quis aprender Eras só mais um Meio raquítico Passavas-me por baixo Dava-me ao conflito Gostava Da injustiça da luta Das barreiras a dobrar É um prazer buscar aberturas Os saquinhos de surpresas Doces e amargas cores Perspectivas de futuros Rumos e direcções que nos unem ou separam Gostava de me testar Porque não retesar as espirais Transpor as fronteiras impostas por gente que nada me entrega Sempre fui consciente o suficiente para escrever minhas regras Para planejar meus erros Para captar reacções Talvez Claro que fui idiota Mas antes isso que cretino Pensava Terá também sido esse o inicio da compreensão Felizmente não tenho grandes duvidas Haverá melhor maneira de te testar que levar-te ao limite Não haverá certamente Ao conhecer o pior serenamente concentro-me no bom Sem truques ou admirações Sem mal-entendidos ou surpresas Depois do pior Só pode melhorar Habitualmente sinto-me claro Enquanto ser que exibe as suas vontades e preocupações Os medos e caprichos Os pensamentos e as falhas de racionalidade Mas por algum motivo Existem ainda pequenos seres no universo Que tendo toda a facilidade para aprender a ler o ceu Saltaram o capítulo das estrelas Não que nutra por qualquer espécie de ser vivo Sentimentos que deterioram a minha condição Mas Existem leis que a natureza escreveu Fossos de ouro negro Marcas de luta guardadas no livro da nossa origem Diamantes quebrados Ataques lançados nos passos em falso Arvores milenares Rituais de acasalamento bizarros Seres iluminados Hierarquias ditatoriais Mundos feitos de circuitos entrelaçados por instintos irmãos As verdades não serão absolutas Mas as regras do jogo são Por muito que o homem avance Nunca perderemos os reflexos da traição
segunda-feira, maio 30, 2011
Estima II
Começamos num dia qualquer Sem memória ou efusão Só nós mesmos Tentando ganhar o nosso espaço num circo de inspirações Os limites eram curtos As vontades eram só projectos A liberdade era liberdade e sem nos fazermos acamados Só não testávamos o que o tempo não deixava Nunca te quis aprender Eras só mais um Meio raquítico Passavas-me por baixo Dava-me ao conflito Gostava Da injustiça da luta Das barreiras a dobrar É um prazer buscar aberturas Os saquinhos de surpresas Doces e amargas cores Perspectivas de futuros Rumos e direcções que nos unem ou separam Gostava de me testar Porque não retesar as espirais Transpor as fronteiras impostas por gente que nada me entrega Sempre fui consciente o suficiente para escrever minhas regras Para planejar meus erros Para captar reacções Talvez Claro que fui idiota Mas antes isso que cretino Pensava Terá também sido esse o inicio da compreensão Felizmente não tenho grandes duvidas Haverá melhor maneira de te testar que levar-te ao limite Não haverá certamente Ao conhecer o pior serenamente concentro-me no bom Sem truques ou admirações Sem mal-entendidos ou surpresas Depois do pior Só pode melhorar Habitualmente sinto-me claro Enquanto ser que exibe as suas vontades e preocupações Os medos e caprichos Os pensamentos e as falhas de racionalidade Mas por algum motivo Existem ainda pequenos seres no universo Que tendo toda a facilidade para aprender a ler o ceu Saltaram o capítulo das estrelas Não que nutra por qualquer espécie de ser vivo Sentimentos que deterioram a minha condição Mas Existem leis que a natureza escreveu Fossos de ouro negro Marcas de luta guardadas no livro da nossa origem Diamantes quebrados Ataques lançados nos passos em falso Arvores milenares Rituais de acasalamento bizarros Seres iluminados Hierarquias ditatoriais Mundos feitos de circuitos entrelaçados por instintos irmãos As verdades não serão absolutas Mas as regras do jogo são Por muito que o homem avance Nunca perderemos os reflexos da traição
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